Apartamentos, carros, casamentos e famílias desfeitas, a corrida já começou, e o que nos salva é o bom senso e saber que a maior parte das pessoas têm boa formação e esperança, talvez o bom Deus possa nos perdoar pelas vezes que extravasamos nossos impulsos através do tão suado dinheiro.
Os bancos e seguradoras andam a procura de dinheiro, dão-se ao luxo de vender os apartamentos, que outrora eles emprestaram 90.000 euros, agora em leilão saí por 50.000 a 60.000 euros, e os carros que foram adquiridos por 30.000 saem em leilão por 5.500 euros. E mesmo assim é difícil vender, existe muita oferta e pouca procura; ou seja: Não há dinheiro.
Abençoados pais e avós, que possam ajudar nesse momento difícil, os seus filhos e netos.
Muitas dessas pessoas já começaram a adaptar-se, á nova vida, fazendo uma volta de 360 graus. É preciso sacrifício, coragem, fé e esperança.
Temos que ter a cabeça no lugar, para recomeçar tudo novamente e pensarmos onde foi que erramos.
Infelizmente nem todos são fortes, há pessoas que não querem fazer esse esforço, e não querem perder o nível de vida que tinham, vão acabar na vida fácil, ou seja o crime.
Portugal entra em dificuldades, quem têm dinheiro não o gasta, e isso não desenvolve o comércio e a indústria.
Muitas empresas vão fechar, são os casos das PME e as empresas de fachada, que acabarão por se expor.
Resta a agricultura e o turismo, que precisam desenvolver o mais rapidamente possível.
Os bancos e seguradoras andam a procura de dinheiro, dão-se ao luxo de vender os apartamentos, que outrora eles emprestaram 90.000 euros, agora em leilão saí por 50.000 a 60.000 euros, e os carros que foram adquiridos por 30.000 saem em leilão por 5.500 euros. E mesmo assim é difícil vender, existe muita oferta e pouca procura; ou seja: Não há dinheiro.
Abençoados pais e avós, que possam ajudar nesse momento difícil, os seus filhos e netos.
Muitas dessas pessoas já começaram a adaptar-se, á nova vida, fazendo uma volta de 360 graus. É preciso sacrifício, coragem, fé e esperança.
Temos que ter a cabeça no lugar, para recomeçar tudo novamente e pensarmos onde foi que erramos.
Infelizmente nem todos são fortes, há pessoas que não querem fazer esse esforço, e não querem perder o nível de vida que tinham, vão acabar na vida fácil, ou seja o crime.
Portugal entra em dificuldades, quem têm dinheiro não o gasta, e isso não desenvolve o comércio e a indústria.
Muitas empresas vão fechar, são os casos das PME e as empresas de fachada, que acabarão por se expor.
Resta a agricultura e o turismo, que precisam desenvolver o mais rapidamente possível.
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